Marcelo Serrado, aos 59 anos, entrega um relato público que desafia visões simplistas sobre saúde mental. Ele fala de crises de ansiedade, episódios de pânico e burnout, enfatizando com insistência que o tema não deve ser visto como 'frescura'.
Para cuidar da saúde, ele recorre a uma dupla prática: exercícios e meditação. São hábitos simples, porém potentes, que ajudam a calibrar a resposta ao estresse, fortalecem a clareza mental e promovem uma sensação de controle nos dias mais desafiadores. Do ponto de vista da neurociência, esses comportamentos são conhecidos por modularem o eixo do estresse e favorecerem a regulação emocional, abrindo espaço para uma performance mais sustentável.
"Não é frescura".
Esse movimento não fica apenas no âmbito pessoal. Serrado transformou a experiência em uma peça sobre saúde mental, colocando o tema na agenda pública e, ao mesmo tempo, lançando um convite ao engajamento institucional: lideranças, equipes e marcas que reconhecem a vulnerabilidade como um ativo, não como fraqueza. A mensagem é clara: abrir espaço para a conversa gera confiança, aproxima pessoas e, acredite, pode aumentar a produtividade a longo prazo.
Tal contexto ecoa nos debates contemporâneos sobre liderança consciente e branding responsável. A narrativa dele aponta para um caminho onde a cultura de apoio atua como alicerce de equipes criativas e resilientes. Em 2026, esse equilíbrio entre cuidar de si e manter o ritmo de trabalho não é apenas desejável, é estratégico.
Relatos de que ele passou por uma luta difícil também aparecem em reportagens da imprensa brasileira, como a Globo, que cobriram a fase em que ele buscou ajuda para enfrentar a crise. Este conjunto de referências reforça a ideia de que o cuidado com a saúde mental não é questão privada, mas tema de interesse público quando envolve pessoas, marcas e organizações.
🔍 Perspectiva baseada na notícia: Marcelo Serrado detalha crises de ansiedade, pânico e burnout: 'Não é frescura'
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